Publicado em 22/09/16 22:03
Compartilhar

Proteção à infância é abordada em conferência na ONU

Como podemos melhorar a vida das crianças e adolescentes? Esta pergunta foi a precursora para o debate da última sexta feira (16), na conferência Soluções para Alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável para Crianças.  Promovida pelas Missões Permanentes Suecas e Italianas das Nações Unidas e pela World Childhood Foundation dos Estados Unidos, em colaboração com a Andrea Bocelli Foundation e St. Luke Foundation, o evento teve a participação da Princesa Madeleine da Suécia e de Paul J. Sistare, fundador da Atlantica Hotels, que é parceiro da Childhood Brasil desde 2005.



Com o painel “Como novas formas de parcerias entre múltiplos stakeholders podem estimular o desenvolvimento de soluções para melhorar a sobrevivência infantil e promover o bem-estar e proteção, possibilitando o alcance dos SDGs para as crianças”, Paul abordou o projeto Responsabilidade Social na Atlantica Hotels para a adoção do Código de Conduta do Turismo Contra Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, lançado há 16 anos com a Childhood Brasil.

O programa mobilizou os seus 5.500 colaboradores e 90 hotéis espalhados pelo país em diversas campanhas ao longo do ano. Além disso, a rede hoteleira também aderiu ao The Code - iniciativa internacional de enfrentamento da exploração sexual de crianças no turismo. Iniciativas como essa levaram a Atlantica Hotels a ganhar o prêmio Neide Castanha em 2012, que reconhece ações pela proteção à infância.

Na sede do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), Paul, ao lado de influenciadores mundiais, lembrou a necessidade de desenvolvimento de estratégias para a mobilização social e financeira do setor privado em parceria com organizações sociais como a Childhood Brasil. “Ao apoiar projetos e programas que enfrentam a violência sexual de crianças e adolescentes no Brasil, em conjunto com a Childhood Brasil, vamos para além dos hotéis, fomentando o envolvimento do governo, sociedade civil e o setor privado”, declarou.
Compartilhar