É a exploração sexual de crianças e adolescentes intermediada por uma ou mais pessoas ou serviços (cafetões, cafetinas, bordéis, serviços de acompanhamento, clubes noturnos, etc.). As crianças e os adolescentes nessa situação pagam um percentual do que ganham para essas pessoas ou esses serviços em troca de residência, alimentação, roupas, transporte, maquiagem, proteção durante a realização do trabalho, etc. Em alguns casos, as crianças e os adolescentes se transformam em reféns dos seus agenciadores, caracterizando uma relação de exploração ou de semiescravidão.