Trata-se do cuidado que todo adulto deve ter ao acolher e conversar com uma criança ou adolescente que foi vítima ou testemunha de uma violência. Para isso, deve-se considerar a capacidade de comunicação do indivíduo, respeitar seu tempo de fala e elaboração, evitar sugestioná-lo ou pressioná-lo, jamais culpabilizá-lo, entre outros cuidados.