Pioneiros na luta contra o abuso e a exploração sexual DE crianças e adolescentes

Casa da Arte de Educar apresenta tecnologias populares na Rio+20

POR Redação 16/06/2012
Tempo de leitura: 3 mins
Uma bicicleta-sorveteria, uma máquina de moer amendoim de material reciclado, malotes doados por bancos que viram bolsas e almofadas e uma calha para armazenamento e utilização da água da chuva. Estas e outras soluções criativas, desenvolvidas por alunos e moradores das comunidades cariocas da Mangueirinha e dos Macacos, podem ser conferidas na apresentação da Casa da Arte de Educar na POP Ciência da Rio +20. Os projetos apresentados das tecnologias populares envolveram pesquisas, diálogo, documentação e entrevistas para mostrar o lado inventivo dos moradores das comunidades, que muitas vezes não tiveram acesso ao ensino formal. Os trabalhos fazem parte do Núcleo de Educação para as Ciências, da Casa da Arte de Educar. Em parceria com diversas instituições da educação, ciência e cultura como escolas, governos, museus e universidades, o núcleo desenvolve uma estratégia inovadora para o ensino das ciências baseada nos desafios socioambientais e tecnologias populares, para promover o interesse de estudantes. Programação Pop Ciência na Rio+20 Dias 19 e 20 de junho, 9h às 17h Apresentação das tecnologias populares e jogos sobre meio ambiente Local: Pier Mauá – Armazém 4 Dia 20 de junho, 15h Marcha de mobilização global – concentração às 15 Local: Candelária Dia 21 de junho, das 17h15h às 18h Exibição do vídeo das tecnologias populares Local: Espaço Arena Multiuso Núcleo de Direitos Humanos Fundada há 13 anos, a Casa da Arte de Educar conta com o apoio da Childhood Brasil desde 2011 para desenvolver projetos educativos nas comunidades dos Morros da Mangueira e Macacos, regiões com alta vulnerabilidade social. O Núcleo de Direitos Humanos é o resultado dessa parceria, que tem como objetivo ampliar a abrangência da atuação da Casa da Arte e fortalecer a rede de proteção de crianças e adolescentes, no âmbito da educação. Em encontros formativos com educadores das duas favelas, foram discutidos os aspectos históricos, conceituais, jurídicos, pedagógicos e metodológicos do enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. A partir de então, foi possível capacitá-los para essa temática, tanto para reconhecer casos de violência quanto para fazer o encaminhamento apropriado, além de enxergar a capacidade de trabalhar em rede, junto aos diversos órgãos e atores, que compõem o sistema de proteção da criança e do adolescente. O objetivo é beneficiar 350 alunos de ambas unidades da Casa da Arte não só com os professores, mas também com demais atores da rede de proteção.
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