A cada hora, 4 meninas de até 13 anos são sexualmente abusadas no Brasil. Ainda que alarmantes, os dados do
Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2019 ainda não mostram a realidade: estima-se que apenas 10% dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes sejam, de fato, notificados às autoridades.
Profissionais da
rede de proteção – como professores, educadores, médicos, psicólogos, assistentes sociais e conselheiros tutelares – têm um papel fundamental na proteção de crianças e adolescentes contra o abuso e a exploração sexual. Para apoiar esses profissionais, lançamos a
4ª edição do
Guia de Referência: Construindo uma Cultura de Prevenção à Violência Sexual.
A publicação, que já era um
material completo voltado para a rede de proteção de crianças e adolescentes, traz importantes atualizações em conformidade com a
Lei Federal 13.431/17, que estabelece o sistema de garantia de direitos de crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violências.
Abaixo, trazemos alguns destaques e atualizações da nova edição:
- Dicas sobre como capacitar os diferentes profissionais da Rede de Proteção para atuar na proteção de crianças e adolescentes;
- Inserção sobre a Lei 13.431/17, seus pontos principais e como ela se desdobra para os profissionais da Rede de Proteção;
- Passo a passo sobre como cada profissional deve notificar os casos de violações de direitos de crianças e adolescentes com base na Lei 13.431/17;
- Informações sobre o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, seus eixos e a importância da Rede trabalhar de forma integrada;
- Como introduzir estratégias de atuação de forma articulada para que a Rede trabalhe com a própria Rede.
Utilizando informação e diálogo para a prevenção
Acreditamos que a
informação é uma das principais ferramentas de prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes. Por isso, o Guia traz informações detalhadas sobre os
tipos de violência e as principais
características da violência sexual contra crianças e adolescentes: quem são as vítimas e os agressores, onde acontece a violência e suas consequências para as vítimas.
No material, é possível encontrar também dicas importantes de como falar sobre sexualidade com as crianças, respeitando as características de cada fase de desenvolvimento e
como discutir o tema de forma educativa com pais, familiares e responsáveis pela educação das crianças.
Para acessar o “
Guia de Referência: Construindo uma Cultura de Prevenção à Violência Sexual – 4ª EDIÇÃO“, clique na imagem abaixo: