Pioneiros na luta contra o abuso e a exploração sexual DE crianças e adolescentes

Cultura do silêncio e naturalização da violência

Vivemos em uma sociedade onde a violência é endêmica e estrutural.

POR Redação 23/02/2026
Tempo de leitura: 1 min

Vivemos em uma sociedade onde a violência é endêmica e estrutural.

A violência sexual é frequentemente sustentada por uma cultura do silêncio, marcada pelo medo, pela vergonha e pela culpabilização da vítima. Frases como “isso acontece dentro de casa”, “é melhor não se envolver” ou “vai destruir a família” contribuem para que abusos não sejam revelados ou enfrentados.

Além do silêncio, a violência muitas vezes nao é vista como tal – o que naturaliza a ação e dificulta a proteção de crianças e adolescentes.

Em muitos contextos, comportamentos abusivos são minimizados, relativizados ou confundidos com demonstrações de afeto, brincadeiras ou relações supostamente “consentidas”, o que dificulta a identificação da violência e favorece sua repetição.

O silêncio também pode ser imposto diretamente pelo agressor, por meio de ameaças, chantagens emocionais ou manipulação, criando ciclos de medo, isolamento e culpa.

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