{"id":1766,"date":"2015-05-12T16:59:18","date_gmt":"2015-05-12T19:59:18","guid":{"rendered":"https:\/\/childhoodbrasil.c7net.com.br\/?p=1766"},"modified":"2026-01-26T11:07:55","modified_gmt":"2026-01-26T14:07:55","slug":"as-tentacoes-e-os-perigos-do-ciberespaco","status":"publish","type":"acoes-e-iniciativas","link":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/as-tentacoes-e-os-perigos-do-ciberespaco\/","title":{"rendered":"As tenta\u00e7\u00f5es e os perigos do ciberespa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<div class=\"texto-noticia\">\u00a0Ilustra\u00e7\u00e3o de Michele Iacocca para a cartilha Navegar com Seguran\u00e7a da Childhood Brasil<\/p>\n<p>\u201cMilh\u00f5es de brasileiros v\u00eam conquistando acesso \u00e0 internet gra\u00e7as a diversos programas, mas campanhas educativas para que, desde o primeiro clique, ocorra uma navega\u00e7\u00e3o \u00e9tica e segura n\u00e3o s\u00e3o feitas com a mesma velocidade e preocupa\u00e7\u00e3o. Tudo isso depende de cidadania, quest\u00e3o muito anterior \u00e0 internet.\u201d<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a opini\u00e3o do psic\u00f3logo Rodrigo Nejm, diretor de preven\u00e7\u00e3o da Safernet, organiza\u00e7\u00e3o criada em 2005 com a miss\u00e3o de proteger e promover os direitos humanos na internet e parceira da Childhood Brasil. Nesta entrevista, Rodrigo fala sobre os riscos que pairam sobre as crian\u00e7as e os adolescentes internautas brasileiros e como conscientiz\u00e1-los sobre os crimes cometidos on-line.<\/p>\n<p><strong>BLOG: Como encarar a sexualidade na era da internet?<\/strong><br \/>\nRODRIGO NEJM: Quando um o adolescente publica cenas de sexo ou fotos sensuais de si mesmo na internet, nos encontramos diante de uma nova forma de express\u00e3o da sexualidade. Por\u00e9m, ainda existe um tabu imenso em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sexualidade infantojuvenil, que independe da internet. N\u00e3o se fala muito a respeito, e in\u00fameras fam\u00edlias t\u00eam dificuldades em tratar do tema dentro de casa. Ora, nas redes sociais, nos sites de relacionamento e nos demais espa\u00e7os da internet, a crian\u00e7a e o adolescente encontram pessoas e possibilidades para tirar todas as d\u00favidas e expressar tudo o que eles n\u00e3o tiveram condi\u00e7\u00f5es de fazer em outros espa\u00e7os presenciais. Por isso, \u00e9 fundamental conversar com eles sobre a sexualidade em sua forma ampla e sobre os direitos sexuais.<\/p>\n<p>Pais e educadores, muitas vezes, encaram a sexualidade como sin\u00f4nimo de sexo, uma vis\u00e3o muito limitada. Como consequ\u00eancia, dizem que n\u00e3o \u00e9 assunto para crian\u00e7a ou adolescente e restringem o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 preciso falar sobre sexo com uma crian\u00e7a de 7 ou 8 anos, por exemplo, mas sim instru\u00ed-la sobre sua sexualidade. Isso implica explicar a respeito de quest\u00f5es de prazer, do conhecimento do pr\u00f3prio corpo e dos limites das brincadeiras com o corpo de outras crian\u00e7as \u2013 uma s\u00e9rie de curiosidades sobre o desenvolvimento afetivo que todos n\u00f3s temos desde que nascemos. O ser humano \u00e9 sexualizado; h\u00e1 diferentes fases, e a cada etapa a crian\u00e7a precisa ser orientada sobre como desfrutar da melhor forma de seus direitos sexuais. \u00c9 um tema complexo, muito amplo e delicado, que encontra resist\u00eancias em diversas fam\u00edlias e falta de preparo adequado por parte dos educadores para ser tratado na escola.<\/p>\n<p><strong>A internet contribuiu para o aumento de viola\u00e7\u00f5es contra os direitos infantojuvenis?<\/strong><br \/>\nSim, favoreceu muito a pr\u00e1tica desses crimes por conta da facilidade de o abusador ter acesso aos perfis das crian\u00e7as e dos adolescentes. Fazendo uma r\u00e1pida navega\u00e7\u00e3o, o sujeito chega a milhares de p\u00e1ginas de crian\u00e7as e adolescentes, nas quais falam do que gostam, de que comunidades participam, para qual o time de futebol torcem, os programas de TV favoritos. Esses garotos e garotas podem v\u00edtimas de um abusador ou aliciador sexual que se passa por amigo, professor ou algu\u00e9m da mesma idade. No fundo, os agressores querem \u00e9 um jogo sexual, ainda que virtual.<\/p>\n<p>A internet, ent\u00e3o, exp\u00f5e a crian\u00e7a e o adolescente a uma situa\u00e7\u00e3o de risco muito maior. No ciberespa\u00e7o, a garotada consegue encontrar in\u00fameros conte\u00fados de \u00f3tima qualidade para esclarecer suas d\u00favidas quanto \u00e0 quest\u00e3o afetiva, ao desenvolvimento da sexualidade e ao pr\u00f3prio sexo. Pode tamb\u00e9m trocar ideias com seus pares. Mas igualmente corre o risco de chegar a sites com informa\u00e7\u00e3o tendenciosas e a colegas virtuais que t\u00eam outras inten\u00e7\u00f5es. Nosso desafio \u00e9 saber como potencializar a ajuda e minimizar o risco.<\/p>\n<p><strong>Quais s\u00e3o os crimes on-line de viola\u00e7\u00e3o dos direitos infantojuvenis?<\/strong><br \/>\nUm dos mais recorrentes \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o e a distribui\u00e7\u00e3o on-line de pornografia infantil. Ligado a esse crime, h\u00e1 o que chamamos de aliciamento on-line \u2013 usando webcams e ferramentas de bate-papo, entre outros recursos da internet, o sujeito convence a crian\u00e7a \u2013 por meio da sedu\u00e7\u00e3o ou de chantagem \u2013 a produzir e distribuir para ele fotos er\u00f3ticas de si mesma ou filmes pornogr\u00e1ficos. Pode pedir tamb\u00e9m que ela consiga, para ele, imagens sexuais dos irm\u00e3os e at\u00e9 de outros membros da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>No caso do abuso, mesmo on-line, o adulto consegue for\u00e7ar a crian\u00e7a a participar de jogos sexuais com ele, exibindo-se pela webcam, tirando a roupa, se masturbando ou at\u00e9 usando objetos com conota\u00e7\u00e3o sexual. H\u00e1 tamb\u00e9m a simula\u00e7\u00e3o de pornografia com imagens reais, em que o sujeito pega uma foto simples da crian\u00e7a-alvo no site de relacionamentos e faz uma montagem, usando a imagem do corpo de alguma outra crian\u00e7a em situa\u00e7\u00e3o de abuso. Isso passa a ser crime tamb\u00e9m no Brasil, de acordo com o novo texto do Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente. Essa pr\u00e1tica acontece porque o abusador fantasia com a crian\u00e7a X e quer v\u00ea-la numa situa\u00e7\u00e3o de sexo, ou porque pretende usar tal imagem como forma de aliciamento ou ass\u00e9dio a v\u00edtima. Ele apresenta a fotografia \u00e0 crian\u00e7a para fazer chantagem, amea\u00e7ando divulg\u00e1-la como se fosse verdadeira.<\/p>\n<p><strong>Por que as crian\u00e7as e os adolescentes n\u00e3o veem o risco de se expor na internet?<\/strong><br \/>\nTrata-se de uma quest\u00e3o sociocultural. Vivemos uma \u00e9poca de supervaloriza\u00e7\u00e3o da imagem do corpo e da erotiza\u00e7\u00e3o precoce: cada vez mais cedo, se introduzem comportamentos sexualizados, antecipando fases. Ao mesmo em tempo em que h\u00e1 o tabu de n\u00e3o falar sobre a sexualidade infantojuvenil, o sexo em si ou quest\u00f5es ligadas ao sexo \u2013 que seria a \u00faltima etapa da sexualidade \u2013 entram cada vez mais cedo na vida de crian\u00e7as e adolescentes. Tudo o que vem antes ao sexo n\u00e3o aparece, n\u00e3o se discute; mas pe\u00e7as er\u00f3ticas, roupas sensuais, falas de sedu\u00e7\u00e3o, isso \u00e9 apresentado de modo precoce, apesar de n\u00e3o vir acompanhado dos esclarecimentos ligados \u00e0 sexualidade. Esse fato aumenta a vulnerabilidade das crian\u00e7as e dos adolescentes. Uma prova concreta \u00e9 o fen\u00f4meno do\u00a0<em>sexting<\/em>: crian\u00e7as e adolescentes publicam fotos de si mesmos em posi\u00e7\u00f5es sensuais e er\u00f3ticas para os amigos verem. Trata-se do reflexo de uma sociedade que valoriza o sexo, o corpo, o consumismo, a competi\u00e7\u00e3o e o individualismo.<\/p>\n<p><strong>Como ensinar a garotada a evitar as armadilhas do ciberespa\u00e7o?<\/strong><br \/>\nExistem alguns caminhos \u2013 \u00e9 importante que a crian\u00e7a e o adolescente tenham algumas informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre seguran\u00e7a na internet antes do primeiro clique. Saber que seus dados on-line ficar\u00e3o dispon\u00edveis n\u00e3o s\u00f3 para seus amigos, mas tamb\u00e9m para milh\u00f5es de pessoas. Para ficar protegido, \u00e9 preciso entender que o ciberespa\u00e7o configura o que chamamos de novo espa\u00e7o p\u00fablico. A internet \u00e9 como uma pra\u00e7a p\u00fablica, gigantesca, planet\u00e1ria, com mais de um bilh\u00e3o de pessoas frequentando. Tudo o que voc\u00ea fizer ali vai ser visto. Se uma crian\u00e7a divulga endere\u00e7o e telefone, \u00e9 como se distribu\u00edsse cart\u00f5ezinhos com seus dados pessoais na escola, no ponto de \u00f4nibus, no shopping, na pra\u00e7a, na praia. Essa dimens\u00e3o a garotada ainda n\u00e3o tem. Eles pensam que, no blog, no site de relacionamentos, naquele ambiente on-line, est\u00e3o se relacionando apenas com o grupinho de amigos.<\/p>\n<p><strong>Por que crian\u00e7as e adolescentes se exp\u00f5em tanto na internet?<\/strong><br \/>\nN\u00f3s, brasileiros, nos relacionamos de modo muito \u00edntimo com o computador. A sociedade incorporou a concep\u00e7\u00e3o de internet como algo muito privado. A gente n\u00e3o entende a internet como espa\u00e7o p\u00fablico: pensa que o que faz no ciberespa\u00e7o n\u00e3o tem nada a ver com o que faria na pra\u00e7a, no trabalho, no shopping, na rua. Nos treinamentos da Safernet, perguntamos: alguma vez algu\u00e9m j\u00e1 saiu distribuindo centenas de c\u00f3pias da foto do happy hour na empresa ou do fim de semana em fam\u00edlia? Todos dizem que jamais fariam isso. Mas as pessoas se exibem na internet! Uma foto on-line se torna muito mais p\u00fablica no ciberespa\u00e7o do que se estivesse num outdoor de uma avenida. At\u00e9 pessoas que n\u00e3o t\u00eam prazer em se mostrar acabam se expondo sem querer.<\/p>\n<p>Outro ponto: existe a concep\u00e7\u00e3o entre os jovens de que o legal \u00e9 se exibir no espa\u00e7o p\u00fablico. Basta contar o n\u00famero de programas ao estilo \u201cBig Brother\u201d j\u00e1 realizados na TV, as revistas de fofoca\u2026 A sociedade de hoje valoriza a publiciza\u00e7\u00e3o da vida privada e cultua as celebridades \u2013 a garotada apenas segue esse exemplo. Mesmo os jovens que sabem da dimens\u00e3o p\u00fablica da internet acabam se expondo para fazer igual \u00e0 turma; na maior parte dos casos, h\u00e1 se arrependem depois. Se eu me exibo na Pra\u00e7a da S\u00e9 hoje, amanh\u00e3 ningu\u00e9m mais ver\u00e1 minha performance. Mas se eu me exponho on-line, posso ficar no ar para sempre.<\/p>\n<p>*Post originalmente publicado em 13\/09\/2010<\/p><\/div>\n<div class=\"row dados-publicacao\"><\/div>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"tags":[],"class_list":["post-1766","acoes-e-iniciativas","type-acoes-e-iniciativas","status-publish","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.14 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>As tenta\u00e7\u00f5es e os perigos do ciberespa\u00e7o - Childhood Brasil<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/as-tentacoes-e-os-perigos-do-ciberespaco\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"As tenta\u00e7\u00f5es e os perigos do ciberespa\u00e7o - Childhood Brasil\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"\u00a0Ilustra\u00e7\u00e3o de Michele Iacocca para a cartilha Navegar com Seguran\u00e7a da Childhood Brasil \u201cMilh\u00f5es de brasileiros v\u00eam conquistando acesso \u00e0 internet gra\u00e7as a diversos programas, mas campanhas educativas para que, desde o primeiro clique, ocorra uma navega\u00e7\u00e3o \u00e9tica e segura n\u00e3o s\u00e3o feitas com a mesma velocidade e preocupa\u00e7\u00e3o. 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