{"id":1601,"date":"2015-12-16T12:52:58","date_gmt":"2015-12-16T14:52:58","guid":{"rendered":"https:\/\/childhoodbrasil.c7net.com.br\/?p=1601"},"modified":"2026-01-26T11:07:44","modified_gmt":"2026-01-26T14:07:44","slug":"fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam","status":"publish","type":"acoes-e-iniciativas","link":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/","title":{"rendered":"Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am"},"content":{"rendered":"<p>A revista Cl\u00e1udia do m\u00eas de dezembro, da Editora Abril, disponibilizou a #TemQueFalar que trouxe \u00e0 tona quase 60 hist\u00f3rias de leitoras que sofreram ass\u00e9dio sexual e que preferiam\u00a0 n\u00e3o expor sua identidade nas redes sociais. Compartilhamos aqui a mat\u00e9ria publicada na \u00edntegra pela revista na \u00faltima semana, que destaca a import\u00e2ncia dos pais conversarem com seus filhos sobre ass\u00e9dio sexual.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas semanas, a internet brasileira foi inundada por relatos de ass\u00e9dio sexual sofrido por mulheres, na maioria, quando ainda eram crian\u00e7as. Tudo come\u00e7ou com os tweets de cunho obsceno dirigidos a uma participante, de apenas 12 anos, do MasterChef J\u00fanior, da Band. \u201cSobre essa Valentina: se tiver consenso \u00e9 pedofilia?\u201d, dizia um deles.<\/p>\n<p>O caso deflagrou o surgimento de campanhas que estimulam o p\u00fablico a dar seu depoimento. A ONG Think Olga criou a #PrimeiroAssedio, que acompanhou quase 90 mil testemunhos. Promovida por CLAUDIA, a #TemQueFalar trouxa \u00e1 tona quase 60 hist\u00f3rias de leitoras que preferiam\u00a0 n\u00e3o expor sua identidade nas redes sociais.<\/p>\n<p>A como\u00e7\u00e3o chamou a aten\u00e7\u00e3o para uma urg\u00eancia: precisamos falar sobre ass\u00e9dio com nossos filhos. Mas como? Raras s\u00e3o as escolas que se arriscam a entrar nessa seara, e as fam\u00edlias t\u00eam pouca instru\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, muito medo de tratar de um assunto t\u00e3o delicado. Com isso, o tema vai ficando de lado, o que s\u00f3 alimenta o risco.<\/p>\n<p>Um levantamento realizado nos Estados Unidos mostrou que um a cada seis meninos e uma a cada quatro meninas sofrer\u00e1 abuso ao longo da vida. E, segundo a ONG\u00a0<b>Childhood Brasil<\/b>, que combate a viol\u00eancia sexual contra menores, apenas 10% das v\u00edtimas n\u00e3o conhecem os criminosos.<\/p>\n<p>\u201cEvitar o ass\u00e9dio sexual contra crian\u00e7as exige o enfrentamento de tabus\u201d, diz a psicanalista Rose Miyahara, coordenadora de forma\u00e7\u00e3o do Centro de Refer\u00eancia \u00e1s V\u00edtimas de Viol\u00eancia Sexual do Instituto Sedes Sapientiae, em S\u00e3o Paulo. \u201cUm deles \u00e9 o fato de que pode, sim, surgir na fam\u00edlia. \u00c9 preciso ficar de olho.\u201d Segundo ela, abusadores normalmente n\u00e3o conseguem esconder os sinais mais discretos, como olhares ou declara\u00e7\u00f5es em que forma e conte\u00fado n\u00e3o combinam. \u00c9 quando um tio, por exemplo, diz: \u201cQue bundinha linda desta menina!\u201d, com tom de elogio pueril, mas cunho claramente sexual. Cabe aos pais, sobretudo \u00e1 m\u00e3e, aceitar que isso \u00e9 poss\u00edvel e permanecer atenta.<\/p>\n<p>No lugar de entrar em paranoia e afastar as crian\u00e7as do conv\u00edvio familiar ou social, indica-se prepara-las para identificar o ass\u00e9dio, tentar par\u00e1-lo e pedir ajuda. Tal educa\u00e7\u00e3o come\u00e7a cedo, em casa. Um dos primeiros passos: ensinar os filhos a nomear as partes do corpo de maneira apropriada \u00e1 idade e, ao mesmo tempo, orient\u00e1-los sobre o que \u00e9 \u00edntimo e s\u00f3 deve ser tocado por eles ou pelos pais, exclusivamente durante a higiene ou cuidados com a sa\u00fade. T\u00e3o logo poss\u00edvel, a partir dos 4 ou 5 anos, eles j\u00e1 podem aprender a lavar os genitais sozinhos e entender que essa \u00e9 uma tarefa s\u00f3 deles. \u201cCom essa idade, a crian\u00e7a precisa saber que seus \u00f3rg\u00e3os sexuais s\u00e3o apenas dela e devem ficar guardados\u201d, afirma Anna Flora Werneck, respons\u00e1vel pela Gest\u00e3o do Conhecimento da ONG\u00a0<b>Childhood Brasil<\/b>. \u201cDeixa bem claras as no\u00e7\u00f5es do que \u00e9 p\u00fablico ou privado.\u201d<\/p>\n<p>A partir do momento em que a crian\u00e7a passa a frequentar a casa de amigos e outros c\u00edrculos sem os pais, a instru\u00e7\u00e3o deve ser mais direta e objetiva. Dada a gravidade do tema, abre-se exce\u00e7\u00e3o a uma regra mestra em educa\u00e7\u00e3o: responder apenas aquilo que os filhos perguntam. Quando o assunto \u00e9 ass\u00e9dio sexual, n\u00e3o se aconselha esperar que os questionamento surjam. At\u00e9 porque, quando isso acontece, pode ser sinal de que algo j\u00e1 vai mal. Nessa fase, os pais precisam deixar claro o que pode e o que n\u00e3o pode. Converse com a crian\u00e7a e explique as v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es que indicam que alguma pessoa a est\u00e1 molestando.<\/p>\n<p>Com a chegada da adolesc\u00eancia, \u00e1 medida que os filhos tornam-se independentes e rebeldes e tudo ganha contorno de controle. Por isso, mantenha o di\u00e1logo aberto desde cedo. Caso o adulto tenha tanta dificuldade de entrar no assunto que o di\u00e1logo pare\u00e7a imposs\u00edvel, ele pr\u00f3prio deve procurar ajuda especializada. Um estudo publicado recentemente na revista cient\u00edfica\u00a0<i>Journal of American Medical Association<\/i>\u00a0mostrou que adolescentes que conversam com os pais sobre sexo tendem a ter comportamentos mais seguros, com usar preservativos. \u201c\u00c9 importante ainda tratar o sexo como algo natural, prazeroso, sim, mas que exige cuidado\u201d, diz Rose Miyahara. Os pais n\u00e3o podem ter medo de passar por chatos. Precisam, sempre que for oportuno, emitir sua opini\u00e3o sobre o que \u00e9 adequado ou n\u00e3o, impor regras e limites sem privar os filhos de explorar o mundo.<\/p>\n<p>\u201cOs jovens devem ter a garantia de que, quando est\u00e3o em risco, por mais absurdo que seja o ato que eles ou os amigos tenham cometido, podem recorrer \u00e1 ajuda dos pais\u201d, afirma a especialista. Com essa certeza, estar\u00e3o preparados para fugir de enrascadas. \u00c9 preciso, ainda, ficar atenta aos relatos dos filhos e a mudan\u00e7as bruscas de comportamento. \u201cA crian\u00e7a d\u00e1 sinais. Esteja aberta para perceb\u00ea-los\u201d, alerta Rose. Entre os sintomas mais comuns est\u00e3o dor ou dificuldade para ir ao banheiro, infec\u00e7\u00f5es de urina persistentes, falta de apetite, sonol\u00eancia exagerada ou apatia repentinas. Se a suspeita for confirmada, denuncie e pe\u00e7a ajuda. H\u00e1 tr\u00eas canais para isso: a delegacia, o disque 100 e o conselho tutelar.<\/p>\n<p>O calor do momento pode dar a sensa\u00e7\u00e3o de certa impot\u00eancia e de risco iminente. Prevenir a viol\u00eancia sexual, por\u00e9m, \u00e9 um trabalho di\u00e1rio e bem-sucedido na maioria dos casos. Vale a pena encarar essa tarefa.<\/p>\n<p><b>Para come\u00e7ar a conversa<\/b><\/p>\n<p>Filmes que ajudam a abrir o di\u00e1logo e esclarecer d\u00favidas sobre o assunto:<\/p>\n<p><b><i>Defenda-se<\/i><\/b><\/p>\n<p>Produzida pela campanha de mesmo nome, a s\u00e9rie est\u00e1 dispon\u00edvel no site\u00a0<i>defenda-se.com.<\/i>\u00a0Os v\u00eddeos curtos tratam com linguagem apropriada para crian\u00e7as os temas relacionados \u00e1 preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia sexual, como medidas para se proteger, denunciar e tamb\u00e9m como diferencias carinho de abuso.<\/p>\n<p><b>Indica\u00e7\u00e3o<\/b>\u00a0A partir de 5 anos.<\/p>\n<p><b>Que abuso \u00e9 esse? E que explora\u00e7\u00e3o \u00e9 essa?<\/b><\/p>\n<p>Fruto da parceria ente a ONG\u00a0<b>Childhood<\/b>\u00a0Brasil, que combate a viol\u00eancia sexual, e o Canal Futura, os v\u00eddeos (publicados no YouTube) mesclam di\u00e1logos simples entre bonecos, em um cen\u00e1rio que remete a uma vila, com entrevistas com especialistas no assunto. \u00c9 excelente tanto para tirar d\u00favidas dos adultos como para ajudar as fam\u00edlias a abordar o tema.<\/p>\n<p><b>Indica\u00e7\u00e3o<\/b>\u00a0A partir de 12 anos.<\/p>\n<p><b>Homens, Mulheres &amp; Filhos<\/b><\/p>\n<p>Centrado em um grupo de alunos de uma escola e seus pais, o filme, do mesmo diretor de\u00a0<i>Amor sem Escalas e Juno,<\/i>\u00a0mostra de que forma a internet pode colocar os relacionamentos em risco, a exposi\u00e7\u00e3o aos crimes e dist\u00farbios sexuais. Embora o ass\u00e9dio seja uma hist\u00f3ria secund\u00e1ria, o drama \u00e9 uma boa oportunidade para reavaliar comportamentos e abrir o di\u00e1logo em casa sobre temas t\u00e3o delicados.<\/p>\n<p><b>Indica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Adolescentes.<\/p>\n<p><b>Confiar<\/b><\/p>\n<p>Dirigido por David Schwimmer (O Ross, de\u00a0<i>Friends)<\/i>, o filme \u00e9 um retrato fiel dos casos de abuso em que as v\u00edtimas s\u00e3o levadas a duvidar de que tenham mesmo sofrido viol\u00eancia. Uma garota \u00e1 beira dos 14 anos come\u00e7a a conversar online com um homem. Ele diz ser adolescente, e ela s\u00f3 descobre a verdade ao encontr\u00e1-lo.<\/p>\n<p><b>Indica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Adolescentes.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"tags":[],"class_list":["post-1601","acoes-e-iniciativas","type-acoes-e-iniciativas","status-publish","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.14 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am - Childhood Brasil<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am - Childhood Brasil\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A revista Cl\u00e1udia do m\u00eas de dezembro, da Editora Abril, disponibilizou a #TemQueFalar que trouxe \u00e0 tona quase 60 hist\u00f3rias de leitoras que sofreram ass\u00e9dio sexual e que preferiam\u00a0 n\u00e3o expor sua identidade nas redes sociais. Compartilhamos aqui a mat\u00e9ria publicada na \u00edntegra pela revista na \u00faltima semana, que destaca a import\u00e2ncia dos pais conversarem [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Childhood Brasil\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-01-26T14:07:44+00:00\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/\",\"url\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/\",\"name\":\"Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am - Childhood Brasil\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/#website\"},\"datePublished\":\"2015-12-16T14:52:58+00:00\",\"dateModified\":\"2026-01-26T14:07:44+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Iniciativas Childhood\",\"item\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/\",\"name\":\"Childhood Brasil\",\"description\":\"Pioneiros na luta contra o abuso e a explora\u00e7\u00e3o sexual DE crian\u00e7as e adolescentes\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.childhood.org.br\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am - Childhood Brasil","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am - Childhood Brasil","og_description":"A revista Cl\u00e1udia do m\u00eas de dezembro, da Editora Abril, disponibilizou a #TemQueFalar que trouxe \u00e0 tona quase 60 hist\u00f3rias de leitoras que sofreram ass\u00e9dio sexual e que preferiam\u00a0 n\u00e3o expor sua identidade nas redes sociais. Compartilhamos aqui a mat\u00e9ria publicada na \u00edntegra pela revista na \u00faltima semana, que destaca a import\u00e2ncia dos pais conversarem [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/","og_site_name":"Childhood Brasil","article_modified_time":"2026-01-26T14:07:44+00:00","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/","url":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/","name":"Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am - Childhood Brasil","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.childhood.org.br\/#website"},"datePublished":"2015-12-16T14:52:58+00:00","dateModified":"2026-01-26T14:07:44+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/fale-com-as-criancas-e-adolescentes-sobre-assedio-sexual-antes-que-as-primeiras-duvidas-aparecam\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.childhood.org.br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Iniciativas Childhood","item":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Fale com as crian\u00e7as e adolescentes sobre ass\u00e9dio sexual antes que as primeiras d\u00favidas apare\u00e7am"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.childhood.org.br\/#website","url":"https:\/\/www.childhood.org.br\/","name":"Childhood Brasil","description":"Pioneiros na luta contra o abuso e a explora\u00e7\u00e3o sexual DE crian\u00e7as e adolescentes","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.childhood.org.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.childhood.org.br\/api\/wp\/v2\/acoes-e-iniciativas\/1601","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.childhood.org.br\/api\/wp\/v2\/acoes-e-iniciativas"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.childhood.org.br\/api\/wp\/v2\/types\/acoes-e-iniciativas"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.childhood.org.br\/api\/wp\/v2\/media?parent=1601"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.childhood.org.br\/api\/wp\/v2\/tags?post=1601"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}