{"id":1,"date":"2022-07-05T13:02:00","date_gmt":"2022-07-05T16:02:00","guid":{"rendered":"http:\/\/childhood-institutional.c7\/?p=1"},"modified":"2026-02-27T13:03:13","modified_gmt":"2026-02-27T16:03:13","slug":"por-que-precisamos-falar-sobre-o-dia-nacional-da-educacao-sem-violencia","status":"publish","type":"acoes-e-iniciativas","link":"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/por-que-precisamos-falar-sobre-o-dia-nacional-da-educacao-sem-violencia\/","title":{"rendered":"Por que precisamos falar sobre o Dia Nacional da Educa\u00e7\u00e3o Sem Viol\u00eancia?"},"content":{"rendered":"<p>No \u00faltimo fim de semana, em 26 de junho, foi celebrado o Dia Nacional da Educa\u00e7\u00e3o sem Viol\u00eancia, data que marca a san\u00e7\u00e3o da Lei Menino Bernardo. Esse momento deve ser de conscientiza\u00e7\u00e3o coletiva e mobiliza\u00e7\u00e3o social para intensificar os debates em torno do uso de castigos f\u00edsicos e humilhantes contra crian\u00e7as e adolescentes.<\/p>\n<p>A origem do nome popular da lei n\u00ba 13.010\/2014 faz alus\u00e3o ao caso de Bernado Boldrini, menino de 11 anos que faleceu ap\u00f3s receber uma superdosagem de medicamentos em abril de 2014, na cidade de Tr\u00eas Passos (RS). Os acusados do crime &#8211; o pai, a madrasta e dois amigos do casal &#8211; foram condenados em mar\u00e7o de 2019. Segundo as investiga\u00e7\u00f5es da pol\u00edcia, Bernardo era uma v\u00edtima constante de tratamentos cru\u00e9is e degradantes por parte do pai e da madrasta e j\u00e1 havia procurado ajuda para denunciar as amea\u00e7as que sofria.<\/p>\n<h2>Educa\u00e7\u00e3o violenta e a exposi\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes ao abuso sexual<\/h2>\n<p>Aliado a esse fato, dados alarmantes coletados em uma pesquisa de 2021 , realizada pelo Instituto Ipsos em 134 munic\u00edpios brasileiros, mostrou que, para cerca de 62% dos entrevistados, a viol\u00eancia pode ser utilizada como solu\u00e7\u00e3o para a crian\u00e7a ou o adolescente \u201cn\u00e3o virar bandido\u201d. Al\u00e9m disso, 46% dos entrevistados concordaram com o trabalho infantil como forma de \u201cocupar o tempo ocioso\u201d.<\/p>\n<p>Para aprofundar o tema, conversamos com Maya Eigenmann, m\u00e3e, palestrante, escritora e influencer, que trata de quest\u00f5es sobre a educa\u00e7\u00e3o respeitosa.<\/p>\n<p>\u201cA \u00fanica rela\u00e7\u00e3o na qual falamos \u2018tudo bem bater\u2019 \u00e9 na inf\u00e2ncia, porque relativizamos a viol\u00eancia que aconteceu com a gente.\u201d<\/p>\n<p>Maya aponta que a educa\u00e7\u00e3o violenta causa uma coniv\u00eancia com a viol\u00eancia sexual. Para ela, \u201ca gente aprende a relativizar a viol\u00eancia. Um adulto que cresceu numa rela\u00e7\u00e3o com seus adultos cuidadores com descaso, neglig\u00eancia emocional e f\u00edsica, pode normalizar isso.\u201d<\/p>\n<p>Por isso, confira dicas de como\u00a0<strong>promover uma educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o violenta<\/strong>:<\/p>\n<p>\u00c9 urgente e imprescind\u00edvel que a sociedade se questione e reflita sobre a repress\u00e3o como m\u00e9todo educativo e os impactos negativos que isso traz para os futuros adultos. Por outro lado, h\u00e1 in\u00fameras vantagens da pr\u00e1tica n\u00e3o violenta. \u201cSe eu educo minhas crian\u00e7as de forma respeitosa desde que elas s\u00e3o pequenas e mostro para elas a diversidade de pessoas, de orienta\u00e7\u00f5es sexuais e, inclusive, religi\u00f5es, eles v\u00e3o crescer respeitosos de verdade\u201d, ressalta a escritora.<\/p>\n<h2>Comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o violenta<\/h2>\n<p>Reforce as intera\u00e7\u00f5es respeitosas, com aten\u00e7\u00e3o e empatia, e a resolu\u00e7\u00e3o de conflitos atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o comportamental e escuta ativa. Deixe claro para a crian\u00e7a e adolescente que ele est\u00e1 sendo ouvido de forma genu\u00edna.<\/p>\n<h2>Disciplina Positiva<\/h2>\n<p>Essa abordagem tem o objetivo de educar as crian\u00e7as com firmeza e gentileza, abrindo m\u00e3o de atitudes punitivistas ou que proporcionem ofertas de recompensa para mudan\u00e7as de comportamento. Uma disciplina positiva se baseia no relacionamento colaborativo entre crian\u00e7a e adulto.<\/p>\n<h2>Cria\u00e7\u00e3o neurocompat\u00edvel<\/h2>\n<p>Encontre uma forma de educar que se adapte \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de desenvolvimento da crian\u00e7a, respeitando-a enquanto indiv\u00edduo. Nesse caso, a cria\u00e7\u00e3o \u00e9 centrada nas necessidades de crian\u00e7as e adolescentes \u00a0que est\u00e3o em desenvolvimento, no relacionamento entre crian\u00e7a e adulto &#8211; baseado na dignidade humana -, ou seja, ela n\u00e3o deve ser diminu\u00edda ou colocada em alguma situa\u00e7\u00e3o punitivista e submissa pela sua condi\u00e7\u00e3o infantil.<\/p>\n<p>Maya acrescenta ainda que \u201cprecisamos lembrar urgentemente que n\u00f3s somos o c\u00e9rebro maduro e a crian\u00e7a \u00e9 um c\u00e9rebro em desenvolvimento\u201d. Nesse sentido, cabe a adulto facilitar a vida da crian\u00e7a, apoi\u00e1-la e ajud\u00e1-la no que for necess\u00e1rio para o seu pleno desenvolvimento.<\/p>\n<h2>E o que diz a legisla\u00e7\u00e3o brasileira?<\/h2>\n<p>A legisla\u00e7\u00e3o brasileira garante diversos direitos \u00e0 crian\u00e7a e ao adolescente e, assim, promove maneiras de se proteger legalmente do uso de for\u00e7a f\u00edsica e viol\u00eancia dos adultos. O Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente (ECA), por exemplo, traz artigos que falam diretamente sobre essa quest\u00e3o. Os principais s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><em>5\u00ba. Nenhuma crian\u00e7a ou adolescente ser\u00e1 objeto de qualquer forma de neglig\u00eancia, discrimina\u00e7\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o, viol\u00eancia, crueldade e opress\u00e3o, punido na forma da lei qualquer atentado, por a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o, aos seus direitos fundamentais.<\/em><\/li>\n<li><em>18. \u00c9 dever de todos velar pela dignidade da crian\u00e7a e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexat\u00f3rio ou constrangedor.<\/em><\/li>\n<li><em>70.\u00a0\u00c9 dever de todos prevenir a ocorr\u00eancia de amea\u00e7a ou viola\u00e7\u00e3o dos direitos da crian\u00e7a e do adolescente.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>Outro projeto de lei recentemente sancionado foi a Lei Henry Borel, batizada em refer\u00eancia \u00e0 crian\u00e7a de quatro anos que faleceu em 2021 ap\u00f3s sofrer um espancamento no apartamento em que morava com a m\u00e3e e o padrasto. Com a lei, fica definido que homic\u00eddio de crian\u00e7as \u00e9 crime hediondo, ou seja, passa a ser inafian\u00e7\u00e1vel e insuscet\u00edvel de anistia, gra\u00e7a e indulto e a pena \u00e9 cumprida a regime inicial fechado, dentre outras consequ\u00eancias de acordo com cada situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O combate a esses tipos de crime e a prote\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a e adolescente s\u00e3o urgentes e necess\u00e1rios. O Panorama de Viol\u00eancia Letal e Sexual Contra Crian\u00e7as e Adolescentes no Brasil, lan\u00e7ado em outubro de 2021 pela Unicef e pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica (FBSP), explicitou essa realidade: nos \u00faltimos cinco anos, 35 mil crian\u00e7as e adolescentes foram mortos de maneira violenta no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para Maya, um dos maiores desafios em fazer com que a pauta se popularize \u00e9 a educa\u00e7\u00e3o repressora que as gera\u00e7\u00f5es anteriores receberam e sua dificuldade em quebrar esse ciclo. \u201cExiste um problema que \u00e9: o filho quer se manter fiel aos seus pais. Chegar na fase adulta e reconhecer que o que ele vivenciou na inf\u00e2ncia era viol\u00eancia seria quase como trair os pr\u00f3prios pais. E a\u00ed entramos na quest\u00e3o de que a maioria dos adultos n\u00e3o est\u00e1 disposto a tomar esse passo e reconhecer o que se passou na sua inf\u00e2ncia. A maioria continua colocando os pais num pedestal inquestion\u00e1vel de \u2018ainda bem que eu apanhei, eu sou uma pessoa boa gra\u00e7as a isso\u2019\u201d, termina.<\/p>\n<h2>Denuncie!<\/h2>\n<p>Ajude a promover os direitos de meninas e meninos no Brasil. Em caso de suspeita de viola\u00e7\u00e3o de direitos de crian\u00e7as e adolescentes, denuncie pelo Disque 100, baixe o aplicativo Proteja Brasil ou procure o Conselho Tutelar mais pr\u00f3ximo de sua casa. A den\u00fancia \u00e9 an\u00f4nima!<\/p>\n","protected":false},"featured_media":318,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"tags":[10,9],"class_list":["post-1","acoes-e-iniciativas","type-acoes-e-iniciativas","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","tag-conscientizacao","tag-educacao"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.14 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Por que precisamos falar sobre o Dia Nacional da Educa\u00e7\u00e3o Sem Viol\u00eancia? - Childhood Brasil<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.childhood.org.br\/acoes-e-iniciativas\/por-que-precisamos-falar-sobre-o-dia-nacional-da-educacao-sem-violencia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Por que precisamos falar sobre o Dia Nacional da Educa\u00e7\u00e3o Sem Viol\u00eancia? - Childhood Brasil\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"No \u00faltimo fim de semana, em 26 de junho, foi celebrado o Dia Nacional da Educa\u00e7\u00e3o sem Viol\u00eancia, data que marca a san\u00e7\u00e3o da Lei Menino Bernardo. 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