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Childhood Brasil – organização pela infância livre de abuso e exploração sexual

A CHILDHOOD BRASIL é uma organização brasileira e faz parte da World Childhood Foundation (Childhood), organização internacional criada por Sua Majestade Rainha Silvia da Suécia, em 1999, para proteger a infância e deixar as crianças serem crianças. Além do Brasil, a Childhood possui escritórios na Alemanha, Estados Unidos e Suécia, que juntos somam mais de 500 projetos executados em 16 países.

A CHILDHOOD BRASIL luta por uma infância livre de abuso e exploração sexual há 13 anos. Ao longo desse período, a organização tem trabalhado estrategicamente e com excelência para enfrentar este problema de forma integrada com empresas, governos, organizações e comunidades.

A CHILDHOOD BRASIL apoia projetos, desenvolve programas regionais e nacionais, influencia políticas públicas e transforma a vida de muitas crianças e adolescentes. Também educa os diferentes agentes, orientando como cada um pode agir para lidar com o problema, promovendo a prevenção e formando proteção em rede.

Como resultado de uma consistente capacidade de articulação, a CHILDHOOD BRASIL é referência na mobilização de pessoas, estimulando o conhecimento sobre o tema e ampliando a defesa da causa.

Com sede em São Paulo, a CHILDHOOD BRASIL é certificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e Entidade Promotora dos Direitos Humanos. Conheça o relatório de atividades e as publicações da organização em www.childhood.org.br

Atuação estratégica

Com 19 programas próprios e apoio a 94 projetos até o momento, a CHILDHOOD BRASIL já beneficiou mais de 1,3 milhão de pessoas, entre crianças e adolescentes seus familiares e profissionais de diferentes setores.

Atualmente, a CHILDHOOD BRASIL possui 12 programas próprios em execução e sete projetos sendo apoiados. Os projetos apoiados e os programas desenvolvidos pela organização estão agrupados em quatro eixos estratégicos:

1 – PactAção – Desenvolver iniciativas e mobilizar os diferentes setores da sociedade para agir em favor da causa.

Programa Na Mão Certa – Lançado em novembro de 2006, o Programa Na Mão Certa propõe um conjunto de ações integradas, envolvendo os três setores da sociedade, para uma atuação mais abrangente e eficaz de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas brasileiras. O Programa foi criado com base em pesquisa feita com caminhoneiros de todo o país e propõe um Pacto Empresarial, que já conta com mais de 900 signatários.

A CHILDHOOD BRASIL também desenvolve iniciativas no âmbito do turismo sustentável, por meio de parcerias com governos e empresas do setor, como a Atlantica Hotels International, o Grupo Aldan e o Governo do Estado de Pernambuco. São contempladas ações que incentivam a adesão ao Código de Conduta Ética no Turismo contra a exploração sexual infantojuvenil, a sensibilização de profissionais como agentes de proteção e a formação de jovens para o mercado de trabalho.

A organização também vem concentrando esforços na estruturação de um programa para trabalhar o tema junto ao setor de grandes obras de construção civil.

2 – FormAgente – Formar profissionais como agentes de proteção de crianças e adolescentes e como multiplicadores.

Programa Refazendo Laços – Lançado pela CHILDHOOD BRASIL em 2005, em São José dos Campos (SP), o Programa refazendo Laços já capacitou mais de 450 agentes públicos para o atendimento e encaminhamento de forma qualificada, de casos de violência doméstica e sexual com crianças e adolescentes. Em 2007, o programa tornou-se uma política pública do município, para prevenção e proteção integral de crianças, adolescentes e famílias em situação de violência doméstica e sexual.

Programa Laços de Proteção – O  Programa Laços de Proteção integra o PPEVS – Programa Pernambuco de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, iniciado em 2008, com a assinatura de um Termo de Cooperação com o Governo do Estado de Pernambuco,  abrangendo 184 municípios com diferentes projetos.
Por meio de parcerias com as secretarias estaduais de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Educação e Defesa Social, o Programa Laços de Proteção propicia formação continuada de profissionais que integram a rede de proteção, incluindo conselheiros tutelares e profissionais das áreas de educação, saúde, justiça, segurança pública e assistência social, para um atendimento qualificado e integrado aos casos de violência sexual infantojuvenil. Hoje já são 90 municípios abrangidos por este programa.

3 – Comunica Brasil
– Trabalhar a comunicação como estratégia de informação, educação e mobilização.

Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística
– Promovido em parceria com a ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da Infância, o Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística premia projetos de pauta na temática do abuso e da exploração sexual de crianças e de adolescentes. Esta premiação contribui para a ampliação e qualificação da cobertura dos veículos de comunicação sobre a violência sexual infantojuvenil, informando de forma correta e sensibilizando a sociedade sobre o problema. A 5ª edição do Concurso, a primeira com a participação de outros países da América Latina, realizada em 2009-2010, contou com a inscrição recorde de 120 projetos.

Para atuar na prevenção e no enfrentamento do chamado “abuso on-line” e da pornografia infantil pela Internet, a CHILDHOOD BRASIL lançou em 2007 a cartilha Navegar com Segurança, direcionada para pais e educadores. A organização investe na defesa e proteção de crianças e adolescente também no mundo virtual desde 2006, com apoio a ações da SaferNet Brasil, única central de denúncias de crimes cibernéticos da América Latina.

A CHILDHOOD BRASIL também realiza campanhas de conscientização social, estimulando e apoiando produções audiovisuais sobre o tema, como a série de animação para televisão Que exploração é essa? e os filmes Sonhos Roubados e Afetosecretos.

4 – Lei na Prática – Contribuir para a garantia do direito à proteção especial de crianças e adolescentes, vítimas ou testemunhas de crimes sexuais.

No modelo atual, crianças e adolescentes são ouvidos cerca de oito vezes durante o processo judicial e essa repetição leva à chamada “revitimização” ou “revivência” do trauma.

Com o objetivo de subsidiar a formulação de políticas de humanização de depoimentos de crianças e adolescentes em processos judiciais, a CHILDHOOD BRASIL tem trabalhado pela normatização do direito de crianças e adolescentes serem ouvidos em processos judiciais de forma diferenciada e protegida. Em iniciativa inédita no mundo, a organização apurou dados relativos aos métodos de tomada de depoimento de crianças e adolescentes no Brasil e outras dezenas de países, para estruturar o estudo Depoimento Sem Medo – Culturas e práticas não revitimizantes: uma cartografia das experiências de tomada de depoimento especial de crianças e adolescentes.

Em maio de 2011, a Childhood Brasil promoveu o I Encontro Nacional de Experiências de Tomada de Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes no Judiciário Brasileiro, reunindo as principais autoridades e profissionais da área. Há atualmente no País 43 salas especiais, em 15 estados, com sistema de videogravação para registro de depoimento de crianças e adolescentes.

Outubro/2011
Assessoria de Imprensa – Profession Comunicações
: 55 (11) 3816-3769 (fixo) e 6483-0282 (celular)
Esther Alvarenga – esther@profession.com.br  / Isa Melaragno – isa@profession.com.br

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