22
ago
2011

Childhood e Atlantica lançam edital de seleção de projetos contra a violência sexual infantojuvenil no Amazonas e no Pará

Desde 2005, a Childhood Brasil e a Atlantica Hotels, maior administradora de hotéis de capital privado da América do Sul, trabalham em aliança com o objetivo de prevenir a exploração sexual de crianças e adolescentes e promover o turismo sustentável.

Hoje, em iniciativa inédita no âmbito da parceria, Childhood e Atlantica lançam o EDITAL DE APOIO A PROJETOS PARA PROTEÇÃO DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA CONTRA A VIOLÊNCIA SEXUAL NA REGIÃO NORTE. O objetivo é ampliar o número de projetos de proteção de crianças e adolescentes contra o abuso e a exploração sexual no Amazonas e no Pará, Estados que concentram atualmente 5 (cinco) hotéis da rede Atlantica. Continue lendo

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19
ago
2011

Leilão da Travelweek arrecada R$ 291 mil para a Childhood Brasil

Realizada em abril deste ano na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, a Travelweek, primeira exposição de produtos e serviços da indústria do turismo de luxo, arrecadou R$ 291 mil para iniciativas da Childhood Brasil na prevenção e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Trezentas mulheres, entre executivas, formadoras e opinião e consumidoras do mercado de luxo participaram do leilão beneficente, que, realizado na abertura da exposição, ofereceu hospedagens, vôos, cruzeiros e outros produtos e serviços altamente diferenciados.

Assista ao vídeo do evento no Vimeo.

Carolina Perez, idealizadora da Travelweek, já confirmou as datas da exposição em 2012: será de 10 a 13 de abril, com novo leilão em benefício da Childhood.

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17
ago
2011

Vídeo mostra ações da Childhood Brasil em Recife

“Meu pai não aceitava ter um filho negro e me espancava por causa disso” e “Muitas pessoas não têm consciência da violência doméstica” são alguns dos depoimentos do vídeo gravado pela jornalista norte-americana Katie Manning sobre os trabalhos da Childhood Brasil. Em março último, ela visitou o Recife, para gravar depoimentos de coordenadores e beneficiários do Projeto Inclusão Social com Capacitação Profissional de Jovens em Situação de Vulnerabilidade Social, desenvolvido no âmbito do Programa Pernambuco de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes – PPEVS, iniciativa da Childhood em parceria com o poder público, associações de turismo e empresas do trade turístico.

Katie conta que foi um privilégio entrevistar jovens no Brasil e conhecer um pouco das ações da Childhood Brasil para quebrar o ciclo de violência por meio da educação. Antes de ver os projetos da organização, ela pensava que já era consenso que o abuso e a violência sexual são errados.“A Childhood Brasil abriu meus olhos para o predomínio do problema em diferentes partes do Brasil, combinados com a falta de educação e de assistência”, afirma. “Os projetos lutam para mudar a realidade destes jovens determinados e motivados, em um trabalho que também alcança as famílias”, conta Katie. Continue lendo

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15
ago
2011

Doações: como contribuir para disseminar a causa

A arquiteta Márcia Julião, sócia-diretora do escritório de arquitetura Ricardo Julião, já era uma mulher realizada pessoal e profissionalmente, mas, como cidadã consciente de seu papel na sociedade, sentia que precisava fazer algo além. “Não podemos fechar os olhos para os problemas sociais, ainda mais para crimes como a violência sexual, que comprometem o desenvolvimento das nossas crianças e adolescentes.”

Há quatro anos, Márcia apoia os projetos da Childhood Brasil, tanto na pessoa física, como por meio da empresa. “O que mais me motiva é conhecer os resultados da instituição, mesmo que não esteja trabalhando diretamente na causa”, diz ela.

Certificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça, e Entidade Promotora dos Direitos Humanos, a Childhood Brasil é uma organização sem fins lucrativos que se mantém por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas. São pessoas como Márcia que fazem diferença ao contribuir com a Childhood, que, desde a sua fundação em 1999, investiu R$ 21 milhões em projetos e programas voltados para a proteção da infância contra o abuso e a exploração sexual, transformando milhares de vidas. Continue lendo

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12
ago
2011

Criança precisa ser ensinada sobre diferença entre afeto e abuso

Em junho deste ano, a Associação Brasileira dos Magistrados e Promotores (ABMP) e a Childhood Brasil, promoveram o I Colóquio sobre Direitos Sexuais de Crianças e Adolescentes no Marco dos Direitos Humanos, na PUC do Rio de Janeiro. O evento debateu autonomia, proteção e participação de crianças e adolescentes em relação aos seus direitos sexuais e reprodutivos para fomentar políticas públicas e gerar recomendações para a área jurídica.

A coordenadora dos projetos dos direitos da criança e do adolescente da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP), Maria América Ungaretti, defende que a discussão do direito sexual infantojuvenil é fundamental para o enfrentamento do abuso e da exploração sexual:

Quais foram os resultados deste evento e o que ainda precisa ser feito para caminhar nesta questão?

Houve ênfase muito grande para a questão dos direitos sexuais e reprodutivos de adolescentes e jovens e sobre a violência sexual, mas ninguém abordou, por exemplo, os direitos sexuais de crianças na primeira infância (até seis anos), porque temos ainda muita dificuldade em fazer esta diferença entre proteção e autonomia. Foi positivo, porque ousamos. A Childhood pode ser considerada pioneira porque aceitou a proposta inovadora da ABMP e queremos dar continuidade a essa discussão bastante embrionária e desafiadora. Continue lendo

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10
ago
2011

Estatuto da Criança e do Adolescente precisa ser mais divulgado nas escolas

A trajetória de luta da economista e doutora em Educação, Maria América Ungaretti, pelos direitos da criança começou há mais de 30 anos com sua participação no movimento estudantil. Foi militante política e exilada durante dez anos. Morou no Chile, na Alemanha e na França e só voltou ao país com a anistia. No Unicef trabalhou no combate à pobreza e à discriminação em comunidades da África, da Ásia e do Brasil. Hoje, como coordenadora dos projetos dos direitos da criança e do adolescente da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude – ABMP, faz um balanço dos 21 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e acredita que o Brasil precisa de outra grande mobilização:

Ainda existem muitas pessoas que associam o Estatuto da Criança e do Adolescente com a proteção aos menores infratores?

Sim, este conceito errado é ainda disseminado não apenas entre educadores, mas na sociedade em geral. Se perguntarmos para as pessoas nas ruas, comprovaremos que há ainda uma visão muito arraigada de que o ECA protege as crianças e adolescentes e não dá deveres. Isso é bastante forte. Continue lendo

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