“Brinque o Carnaval sem brincar com os direitos das crianças e dos adolescentes.” Este é o lema da campanha de sensibilização lançada recentemente pelo Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes em parceria com as Redes Nacionais de Defesa dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes (Redes DCA). O objetivo da campanha é promover a proteção integral dos direitos de crianças e de adolescentes, principalmente durante o Carnaval.
Para participar, basta divulgar as peças de comunicação da campanha nas redes sociais e, para as empresas, nos meios de comunicação que dispõem, como sites, intranet, revistas, rádios, murais, entre outros. Todas as imagens da campanha estão disponíveis para download neste blog. Continue lendo





É muito comum que profissionais e pessoas que não lidam com a violência sexual no dia a dia se confundam no uso de definições e conceitos relacionados ao tema. Afinal, trata-se de um assunto complexo e pouco discutido. Faz parte do trabalho da Childhood Brasil esclarecer esses conceitos para a sociedade.
Encerra em 25 de janeiro o prazo da consulta pública para revisão do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil. Para contribuir, acesse
A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco (SEDSDH) irá promover o I Seminário de Enfrentamento às Violações de Direitos no Carnaval, nesta quarta-feira, dia 23 de janeiro, das 8h às 17h, no Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Pernambuco. São 200 vagas disponíveis e as inscrições podem ser feitas on-line gratuitamente
Navegar na internet com segurança é possível e, acima de tudo, necessário. Ela está na rotina de todos nós, mas não podemos esquecer que a internet não é diferente do mundo real. Dados da Safernet Brasil apontam que 71% das crianças entre 11 e 12 anos têm perfil nas redes sociais.
Apenas 0,65% das crianças e dos adolescentes vítimas de pornografia na internet em todo o mundo são identificados, de acordo com Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil. O índice de menos de 1% é preocupante e evidencia que mais de 99% das crianças abusadas e exploradas sexualmente no mundo não só se encontram fora dos serviços de atendimento, mas ainda podem estar sendo vítimas de seus agressores, explica.





















