7
mar
2012

Childhood Brasil investirá na formação de profissionais para a prática do depoimento especial

A partir de março deste ano, a Childhood Brasil promoverá cursos de formação em técnicas de entrevista forense para a coleta de depoimento especial de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência sexual, ministrados pelo Centro Nacional de Defesa da Infância dos Estados Unidos (NCAC), instituição especializada na proteção aos direitos da criança.

Numa primeira etapa, os cursos serão voltados para os técnicos da Justiça do Rio Grande do Sul, onde hoje estão localizadas a maior parte das salas de depoimento especial em funcionamento no país, e em Pernambuco, onde a prática também vem se consolidando com influência da Childhood. Mas profissionais de outras regiões e de outros segmentos que interagem com a criança, seja no momento da escuta do depoimento, seja no atendimento ou acompanhamento dos casos, como Conselheiros Tutelares e representantes do CREAS, Sistema de Saúde, Delegacias e Judiciário, também serão formados.

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5
mar
2012

Crianças fotografam bloco de Carnaval do Camará

O Carnaval de São Vicente, no litoral sul de São Paulo, contou este ano com a novidade dos fotógrafos mirins durante o desfile EURECA (Eu reconheço o Estatuto da Criança e do Adolescente), promovido pelo Centro Camará de Apoio e Pesquisa à Infância e Adolescência.

Além de se divertir, os meninos receberam câmeras fotográficas e, orientados pela fotógrafa Francis Oliveira, registraram toda a mobilização pelos direitos da infância.

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2
mar
2012

Projeto de lei prevê maior prazo para propor ação contra agressores sexuais

Ela tem um projeto de lei com o seu nome, aprovado no Senado Federal e aguardando análise na Câmara dos Deputados, que prevê maior prazo para propor ação contra o perpetrador do abuso sexual. O projeto Joanna Maranhão, no momento na Comissão de Constituição e Justiça aguardando para ser pautado, foi criado a partir do depoimento da nadadora pernambucana para a imprensa de que tinha sido abusada sexualmente pelo ex-treinador, aos nove anos. Ela conta que, na época, havia aqueles que acreditam que ela só tinha denunciado um ex-treinador para se promover e até hoje recebe ameaças. Mas, a maioria das pessoas admira o seu exemplo de superação e a incentiva com cartas de apoio e carinho, principalmente mulheres que passaram pelo mesmo trauma.

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29
fev
2012

“Até hoje fico paralisada se vejo um homem parecido com o meu agressor”

Campeã brasileira e sulamericana, medalha de bronze no Pan-americano e finalista olímpica. Não é apenas nas piscinas que nadadora Joanna Maranhão, de 25 anos tem vencido desafios.  Em entrevista para a Childhood Brasil, ela revela que depois de ter denunciado que foi abusada sexualmente na infância por seu ex-treinador, tornou-se uma mulher mais forte, mas desenvolveu uma gagueira e até hoje luta para superar os medos provocados pelo trauma:

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27
fev
2012

Nadadora incentiva que pais ensinem diferença entre carinho e abuso

Há cinco anos, a nadadora pernambucana Joanna Maranhão, campeã brasileira (2002) tomou coragem e resolveu contar para a imprensa que tinha sido abusada sexualmente aos nove anos por seu ex-treinador. A repercussão do assunto trouxe uma reviravolta em sua vida. Até hoje, ela sofre ameaças, mas também recebe diariamente muitos e-mails e cartas de apoio de pessoas que passaram ou têm familiares enfrentando o mesmo problema. Hoje, aos 25 anos, ela incentiva campanhas de enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes e acredita que este é o melhor meio de prevenção:

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24
fev
2012

Doações: como contribuir para disseminar a causa

A arquiteta Márcia Julião, sócia-diretora do escritório de arquitetura Ricardo Julião, já era uma mulher realizada pessoal e profissionalmente, mas, como cidadã consciente de seu papel na sociedade, sentia que precisava fazer algo além. “Não podemos fechar os olhos para os problemas sociais, ainda mais para crimes como a violência sexual, que comprometem o desenvolvimento das nossas crianças e adolescentes.”

Há quatro anos, Márcia apoia os projetos da Childhood Brasil, tanto na pessoa física, como por meio da empresa. “O que mais me motiva é conhecer os resultados da instituição, mesmo que não esteja trabalhando diretamente na causa”, diz ela.

Certificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça, e Entidade Promotora dos Direitos Humanos, a Childhood Brasil é uma organização sem fins lucrativos que se mantém por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas. São pessoas como Márcia que fazem diferença ao contribuir com a Childhood, que, desde a sua fundação em 1999, investiu R$ 21 milhões em projetos e programas voltados para a proteção da infância contra o abuso e a exploração sexual, transformando milhares de vidas.

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