6
jun
2011

Rádio Margarida e Rádio Unama estréiam programa Estação de Direitos sobre proteção da infância no Pará

Conseguir conscientizar a população de maneira descontraída sobre assuntos delicados como a violência sexual infantojunvenil é a proposta do programa Estação Direitos, veiculado às 9 horas da manhã, todos os sábados, na Rádio Unama FM (105,5 Mhz) no Pará, em parceria com a ONG Rádio Margarida e a Universidade da Amazônia.

Com uma hora de duração, a rádio traz entrevistas ao vivo com especialistas em assuntos sobre a defesa dos direitos de crianças e adolescentes, como o abuso e a exploração sexual, além de transmitir radionovelas, spots e músicas produzidas pela Rádio Margarida. “Queremos usar a linguagem lúdica, já característica da Rádio Margarida, para tratarmos de assuntos mais complicados e promovermos a cultura de promoção dos direitos humanos”, diz a diretora do programa, Lucina Kellen. Continue lendo

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3
jun
2011

Empresa signatária do Programa na Mão Certa ganha prêmio de Responsabilidade Social

A empresa mineira Patrus Transportes, que abrange as regiões, Sul, Sudeste e os estados da Bahia e de Sergipe, recebeu em Curitiba o prêmio Fornecedor Ouro de melhor transportadora por seus trabalhos na área de responsabilidade social, oferecido pelo grupo Boticário.

O reconhecimento foi resultado dos programas socioambientais realizados pela empresa que faz parte do pacto empresarial do Programa Na Mão Certa, realizado pela Childhood Brasil. Entre as atividades realizadas pela companhia estão: blitz educativas e ações de conscientização com motoristas e funcionários.

Criado em 2006, o Programa Na Mão Certa tem como objetivo denunciar a violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes em todas as rodovias brasileiras e mobilizar governos, empresas e organizações do terceiro setor em torno do enfrentamento mais eficaz do problema. Continue lendo

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1
jun
2011

Crianças e adolescentes devem ser ouvidos nas decisões estratégicas contra o abuso e a exclusão social

Alberto Minujin, diretor da Equidade para a Infância

“É preciso dar voz à infância para que tenha poder de opinar e fazer parte das decisões contra a desigualdade social”, afirma o argentino Alberto Minujin, diretor da Equidade para a Infância e professor de assuntos internacionais da universidade New School, de Nova York, com foco especial em políticas públicas e direitos da criança. É autor dos livros best sellers: “Social Protection Iniciatives for Children, Women, and Families: an analysis of recente experiences (Iniciativas de proteção social para crianças, mulheres e famílias: uma análise de recentes experiências)” e “Poverty and Children: Policies to break the vicious cycle (Pobreza e Crianças: políticas para romper o ciclo vicioso)”. Ambos examinam as mudanças históricas sociais e o empobrecimento da classe média na Argentina, explorando futuras alternativas.

Matemático, com pós-graduação em estudos de Estatística aplicada e demografia, Minujin hoje dedica-se a políticas públicas e direitos da criança. Em 2010, foi premiado com a “Bicentennial Medal”, na comemoração de 200 anos da Argentina, por sua contribuição para a proteção da infância. Na opinião de Alberto Minujin, as crianças e adolescentes precisam ser ouvidos e ter maior espaço nas decisões dentro da escola e da família. “Eles são muito ativos e rompem as normas, por isso a relação com eles é conflituosa, mas devem ser escutados e envolvidos nos trabalhos”, diz o especialista. “Ainda não está instituído de forma regulamentada que eles opinem e façam parte da vida cotidiana, o tema é complexo e precisa de estudos para determinar que participação teria cada idade”, diz. Continue lendo

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30
mai
2011

Equidade para a Infância da América Latina promove debate e ações para garantir a democracia e os direitos de crianças e adolescentes

Reunião da Equidade para a Infância na América Latina

As crianças representam hoje cerca de um terço da população mundial e estão entre a maioria dos pobres nos países em desenvolvimento. No entanto, elas continuam morrendo diariamente por questões que poderiam ser evitadas. Como a democracia e a paz podem expandir-se no mundo, se crianças são vítimas de violência social e doméstica, desnutrição e tantos outros fatores? Para discutir este e outros questionamentos e buscar soluções para o desenvolvimento de políticas públicas foi criada a Equidade para a Infância na América Latina, ligada ao Equity for Children, do programa de pós graduação em Assuntos Internacionais (GPIA) da New School University, nos Estados Unidos e do Instituto Arcor.

O objetivo da iniciativa é promover debates e reflexão entre organizações de diversos países para garantir os direitos das crianças em um contexto de transformação e desenvolvimento econômico e social, buscando contribuir para a redução de situações de vulnerabilidade. Entre as principais ações está o intercâmbio e o fortalecimento de redes relacionadas ao tema da pobreza infantil e da desigualdade social, trazendo ferramentas de conhecimento e aprendizagem a estudantes, professores e pesquisadores. Continue lendo

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27
mai
2011

Violência doméstica obriga crianças e adolescentes a viverem nas ruas

Eles abandonam suas casas por terem sofrido abuso sexual ou algum outro tipo de violência doméstica. São meninos morenos ou pardos com idade entre 12 a 15 anos, que não concluíram nem o primeiro grau e costumam sobreviver nas ruas com cerca R$ 80,00 por semana. Esse é o perfil da maioria dos garotos de rua no país, constatado pela Pesquisa Censitária Nacional sobre Crianças e Adolescentes em Situação de Rua, divulgada pela Secretaria de Direitos Humanos.

As brigas familiares e o abuso sexual são responsáveis por 71,6% dos meninos deixarem a família. Os dados apontam que 32,2% das crianças e adolescentes brigaram com pais e irmãos, 30,6% foram vítimas de violência física e 8,8% sofreram abuso sexual. Continue lendo

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25
mai
2011

Programa do Canal Futura em parceria com a Childhood Brasil recebe prêmio

Imagem da série "Que exploração é essa?"

Quem nunca assistiu à série de programas de televisão “Que exploração é essa?” não consegue imaginar como é possível falar de um assunto tão sério e delicado como a exploração sexual de crianças e adolescentes, utilizando bonecos alegres e coloridos que chamam a atenção de crianças e adultos. O Canal Futura em parceria com a Childhood Brasil venceu o desafio e conquistou o Prêmio Neide Castanha de Direitos Humanos, na categoria Boas Práticas, concedido pelo Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes. A premiação, que leva o nome da ativista e fundadora do Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria), falecida no ano passado – homenageia pessoas e instituições que tenham se destacado no enfrentamento do abuso e da exploração sexual na infância e juventude.

A série de cinco episódios de sete minutos conta as histórias vividas por um caminhoneiro ao lado de seu filho ao percorrer as estradas brasileiras. A dupla encontra diversas situações de exploração sexual infantojuvenil; abuso de poder, pedofilia na internet e aliciamento de menores e precisa saber como agir. Continue lendo

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