11
set
2017

Como aplicar a Lei que prevê a Escuta Protegida e ser um protetor da infância na sua região?

Quando estamos diante de injustiças e violências, a vontade de combatê-las surge e nos incentiva a unir forças para mudar a situação. É nesses momentos que nossas ações ganham valor e se mostram extremamente importantes para dar vida a uma nova realidade, seja ela na nossa casa, na vizinhança ou no país inteiro.

Movida pela compreensão de que situações de violências devem ser enfrentadas por todos, a Childhood Brasil produziu uma série de materiais com boas práticas e recomendações para que os municípios brasileiros atendam à Lei 13.431/2017, que entrará em vigor em abril de 2018.

O Atendimento Integrado a Crianças Vítimas ou Testemunhas de Violência no Planejamento Plurianual dos Municípios e Estados Brasileiros 2018-2021 auxilia os gestores a se adequarem à nova legislação, com ênfase na implantação dos Centros de Atendimento Integrado em seu próximo ciclo de planejamento e orçamentação. Já a publicação Centros de Atendimento Integrado a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência apresenta boas práticas e recomendações para uma Política Pública de Estado.

Assim, cada cidadão pode cobrar dos prefeitos e vereadores quais ações para o cumprimento da lei estão previstas no orçamento plurianual, com validade de 2018 a 2021.

Quer saber como tornar sua cidade uma referência no atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual? Confira o passo a passo na cartilha.

Para conhecer algumas experiências de boas práticas no atendimento integrado de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violências, conheça também a publicação.

Esta entrada foi publicada em crianças, crianças e adolescentes, depoimento especial, exploração sexual e marcada com a tag . Adicione o link permanenteaos seus favoritos.

Os comentários estão encerrados.

As ideias e opiniões expressas neste blog não refletem necessariamente a opinião da Childhood Brasil. Nos reservamos o direito de aprovar os comentários submetidos pelos visitantes do sitepara publicação. Não serão publicados comentários de conteúdo discriminatório, que incitem qualquer tipo de violência, que não estejam relacionados ao tema foco do blog - proteção da infância contra o abuso e a exploração sexual, ou de caráter duvidoso, não comprovado.